LEI DO FIM DO LUTO BANDIDO (Sepultamento Anônimo)
O problema que você vive:
Quando um chefe de facção morre, o velório dele para a cidade. Milhares de pessoas vão. Fogos de artifício. Carro de som. Camiseta estampada. Funk em homenagem. Os moleques de 12 anos olham aquilo e pensam: "Quero ser igual a ele." O funeral do bandido vira o maior evento de recrutamento do crime.
O que essa lei faz:
Acabou. Líder de facção que morrer (preso ou em confronto) será sepultado em 24 horas, em cemitério prisional, sem nome na lápide, sem velório público, sem cortejo, sem homenagem. A família é avisada e pode fazer uma cerimônia privada, com no máximo 10 pessoas, sem divulgação. Quem organizar velório público ou homenagem responde criminalmente (1 a 4 anos de cadeia).
Mas e o direito da família?
A família tem direito a se despedir — em privado, com dignidade, longe das câmeras. O que ela não tem direito é de transformar o funeral num show de glorificação do crime que vai recrutar o filho da vizinha.